Como instalar o metrics-server em cluster Kubernetes

Em mais um tutorial supersônico em poucos minutos você terá o servidor de métricas do Kubernetes instalado e rodando te permitindo consultar rapidamente o consumo dos recursos do cluster pelo comando de linha sem a necessidade de acessar outra ferramenta como Grafana ou Prometheus por exemplo.

Configuração campeã do WSL para DevOps

Quem não trocou de notebook antes e teve que passar pelo penoso caminho de configurar tudo do zero novamente. Bom recentemente comprei um notebook novo para fazer um upgrade. No antigo eu tinha o Ubuntu 20.04 LTS instalado e a configuração foi bem tranquila. Neste novo equipamento ele já veio com o Windows 11 e não quero fazer a troca de SO, pelo menos nesse momento. Com isso resolvi dar uma chance ao WSL 2 e tive uma boa surpresa com o uso. Abaixo coloquei toda a configuração que fiz para tentar ter o melhor dos dois sistemas operacionais para trabalhar no dia a dia.

Como colocar o Jenkins rodando no Kubernetes

Jenkins é uma ferramenta muito versátil e largamente utilizada não só para as atividades de Continuous Integration quanto para Continuous Delivery. Neste rápido tutorial irei explicar como pode ser o realizado o deploy do Jenkins de forma bem simples e rápida com o uso do Helm Chart. Além disso, todos os agentes serão provisionados dentro do próprio Cluster aumentando ainda mais a resiliência.

Cluster Kubernetes Multimaster com Kind e Docker

Em um post anteriormente ensinei como criar um Cluster Kubernetes Multimaster utilizando máquinas virtuais. Desta vez faremos quase a mesma coisa só que desta vez utilizando o nosso amiguinho Kind. O Kind funciona subindo as imagens do Control Plane e dos Workers Nodes em containers. Desta forma você pode ter um mini cluster para realizar os seus testes, sem ter que ter 6 maquinas virtuais. Nesse tutorial ainda iremos configurar o Ingress e o Load Balancer para você ter um cluster ainda mais completo.

Como adicionar novas aplicações no Kubernetes com HELM

Se você já teve que instalar alguma aplicação em cluster do Kubernetes provavelmente já se deparou com esse nome… Helm Chart. Se você quer saber o que é e para que serve com um exemplo prático chegou ao lugar certo.

Adicionando NFS como Default Volume Storage no Kubernetes

Agora vamos refinar a nossa configuração do Cluster para que ela funcione da seguinte maneira. Os usuários precisam apenas criar um PVC já com um manifesto mais simplificado e ele automaticamente irá criar um PV e realizar o Bound com o Storage. Esse modelo é o que normalmente você vai encontrar quando faz uso de um cluster em uma Cloud Pública como Azure, GCP e etc. Além de tornar bem mais simples a utilização elimina também qualquer iteração manual realizando todas as tarefas de forma automatizada.

Adicionando NFS como Volume Storage no Kubernetes

Quase todas as aplicações do mundo real em algum momento precisarão persistir informações em algum lugar. Seja em um banco de dados ou em um arquivo o fato é que os containers são efêmeros. Depois que o seu ciclo de vida termina tudo que estiver em memória ou em arquivos temporários irá desaparecer, e esse é o funcionamento esperado. Para que os containers possam persistir de forma perene as informações que queremos, utilizamos volumes.

Como instalar um cluster Kubernetes Multi-master on premises

Se você chegou nesta página provavelmente está familiarizado com o minikube, kind ou com o Kubernetes que vem com o Docker Desktop porém assim como eu, gostaria de ver como é cluster “real” do Kubernetes. Saber um pouco mais sobre toda aquela “magia” que acontece quando vamos na GKE (Google Kubernetes Engine) e pedimos para criar um novo cluster. Se você se identificou com isso bom, você está no lugar certo. O meu objetivo aqui hoje é desmistificar um pouco essa tecnologia para que você se torne ainda mais confiante no seu uso do dia e ainda ter um ambiente robusto para testar e aprender.